
Mas Lajos vagueou entre os perigos; “perigos” que ninguém era capaz de nomear com precisão; pensávamos sempre nele, à distância, como em quem vive numa paisagem trovejante e tempestuosa, perto do fim do mundo.
Sándor Márai, O Legado de Eszter, trad. Paulo Schiller, Companhia das Letras, [1939].
